Por Fernanda Peregrino - SEBRAE
A inovação é uma atividade de risco! Sempre há uma possibilidade de insucesso, pois a empresa está trabalhando com novidades, ou seja, métodos ainda desconhecidos e incertos para o negócio. Inúmeras dúvidas surgem quando um empreendimento está sendo inovado: será que o consumidor aceitará a nova versão do produto, que é uma adaptação das sugestões dadas pelo próprio cliente? E o que acontecerá se houver um atraso no desenvolvimento do novo design exigido pelo mercado?
No entanto, é possível reduzir os riscos na execução de qualquer inovação. Para isso, alguns cuidados devem ser tomados. O primeiro passo é conhecer o mercado e as necessidades dos clientes. O empresário não pode imaginar o que o mercado quer, mas sim fazer um levantamento das demandas dos consumidores.
O empreendedor deve estar permanentemente atento às exigências dos clientes e às tendências do mercado. Deve manter um estreito contato com clientes, ouvir atentamente suas demandas e inquiri-los sobre suas necessidades, seus planos e objetivos no curto, médio e longo prazo. Por meio dessas informações, poderá confirmar a consistência da proposta de inovação e traçar um plano de ação, que definirá as mudanças no produto, no processo, na organização, no marketing e na área comercial do negócio.
Outra forma é buscar parcerias, e usar o chamado compartilhamento de risco. Esse tipo de apoio pode vir dos próprios clientes. Parcerias entre micro empresas e seus clientes são comuns. A clientela pode fornecer à empresa suportes técnico e financeiro. Acordos desse tipo também podem ser feito com fornecedores.
Por último, uma boa saída para a redução de risco é fechar apoio tecnológico em universidades e institutos de pesquisa. Essas instituições têm programas específicos para isso. Lembrando que essa ação não deve ser confundida com aprovisionamento de pesquisa.
Nenhum comentário:
Postar um comentário